domingo, 14 de maio de 2017

Microfisioterapia na Fibromialgia


Dentre as pesquisas desenvolvidas no Brasil sobre a eficácia e resultados da Microfisioterapia está o estudo realizado na Universidade de Fortaleza (Unifor), coordenado pela Dra Eluciene Carvalho e pelo fisioterapeuta Adriano Pinto Pereira. De difícil tratamento, a fibromialgia causa dores pelo corpo e por vezes até incapacita a pessoa a desenvolver as atividades profissionais. A questão é que ela pode estar relacionada a eventos traumáticos vividos pelo indivíduo e é esse o ponto em que a Microfisioterapia age.

Submetido a um grande estresse emocional ou uma agressão traumática, o nosso organismo absorve essa carga afetando as células. Isso pode gerar a fibromialgia. O trabalho da Microfisioterapia é justamente identificar a causa primária de uma doença ou sintoma, descobrir onde está a chave para que o corpo possa ser estimulado a buscar a auto-cura ao reconhecer o seu agressor.

O trabalho começou em 2009 com 22 pacientes. Para efeito científico, pela sequência que deram ao tratamento, foi considerado o atendimento de 15 pessoas com idade entre 35 e 40 anos, todos com diagnóstico de fibromialgia. Eles passaram por 2 sessões da técnica, com intervalos de 45 dias entre elas. Por meio da avaliação da Variabilidade de Frequência Cardíaca, foi constatada a eficácia da Microfisioterapia para o tratamento da doença. Após as sessões, os pacientes entraram em equilíbrio quanto à frequência cardíaca (simpaticotonia).

A título de informação, em 2010, 10 dos 22 pacientes atendidos na Unifor já haviam recebido alta do tratamento. 

Texto retirado da página do Instituto Afonso Salgado: 
https://www.facebook.com/institutosalgado/

Dra Wanessa Ribas

terça-feira, 2 de maio de 2017

O poder do perdão




“O perdão elimina a conexão entre estresse e doença”. A afirmação é do professor de psicologia na Luther College, Loren Toussaint. O americano conduziu uma pesquisa para saber qual a importância do perdão na saúde. O estudo foi publicado no periódico científico Psychology Journal of Health.

Em suma, jovens responderam a questões relacionadas ao nível do estresse submetido ao longo da vida e também se tinham facilidade para perdoar. A saúde física e mental também estava no questionário. Avaliando as respostas, os pesquisadores perceberam que, mesmo submetidos a alto grau de estresse, quem perdoava com mais facilidade não carregava os problemas físicos e mentais associados a esse estresse.

O perdão protege o corpo do estresse, liberta de sentimentos nocivos como mágoa, ódio e rancor e torna o organismo mais leve e saudável. A pesquisa foi conduzida em parceria entre a Luther College e a Universidade da Califórnia, ambas nos Estados Unidos.

Esse é mais um dos inúmeros estudos que mostram as conexões entre as emoções e sentimentos com a nossa saúde. Para viver livre e com saúde plena, precisamos aprender a tornar a vida mais leve. Terapias e auxílio profissional podem auxiliar no caminho da autocura, do autoconhecimento e da saúde integral.


Texto retirado da página do Instituto Afonso Salgado: 
https://www.facebook.com/institutosalgado/

Dra Wanessa Ribas

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