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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Há um por que por trás de todo sintoma



A cada novo dia, somamos experiências de vida. Passamos por situações das mais diversas, boas e ruins, estimulantes ou devastadoras. De forma inteligente, nosso corpo processa tudo isso e busca eliminar o que não faz bem. Muitas das vezes, o dia fecha com saldo positivo, com o corpo se defendendo dos agressores. Mas, por vezes, há um excesso de maus tratos vividos que o organismo não consegue eliminar por si. Essas situações vão se acumulando, deixam marcas e passam a desencadear sintomas, sejam eles físicos ou emocionais. É o sinal de que alguma doença está por ali. 

Tudo o que nosso corpo sente, reage e se esforça para combater faz parte do tal instinto de sobrevivência. Lutamos para viver a todo instante, em menor ou maior intensidade. Se um sintoma aparece, há uma explicação para isso em nosso corpo. Encontrar essa resposta é a forma de ajudar o organismo a eliminar aquele agressor. Esse é o trabalho da Microfisioterapia.

Por meio de micropalpações, o fisioterapeuta busca marcas nas células, sinais de perda de vitalidade naquele ponto que está levando à desordem interna. A técnica é resultado de um estudo profundo de dois fisioterapeutas franceses e se baseia na anatomia, embriologia, filogênese e física quântica.
Por meio de estímulos, a microfisioterapia auxilia o corpo a buscar o processo de cura, de autocorreção que vai levar ao equilíbrio novamente e eliminar os sintomas que estão incomodando. 


Material retirado da página do Instituto Afonso Salgado: 

domingo, 14 de maio de 2017

Microfisioterapia na Fibromialgia


Dentre as pesquisas desenvolvidas no Brasil sobre a eficácia e resultados da Microfisioterapia está o estudo realizado na Universidade de Fortaleza (Unifor), coordenado pela Dra Eluciene Carvalho e pelo fisioterapeuta Adriano Pinto Pereira. De difícil tratamento, a fibromialgia causa dores pelo corpo e por vezes até incapacita a pessoa a desenvolver as atividades profissionais. A questão é que ela pode estar relacionada a eventos traumáticos vividos pelo indivíduo e é esse o ponto em que a Microfisioterapia age.

Submetido a um grande estresse emocional ou uma agressão traumática, o nosso organismo absorve essa carga afetando as células. Isso pode gerar a fibromialgia. O trabalho da Microfisioterapia é justamente identificar a causa primária de uma doença ou sintoma, descobrir onde está a chave para que o corpo possa ser estimulado a buscar a auto-cura ao reconhecer o seu agressor.

O trabalho começou em 2009 com 22 pacientes. Para efeito científico, pela sequência que deram ao tratamento, foi considerado o atendimento de 15 pessoas com idade entre 35 e 40 anos, todos com diagnóstico de fibromialgia. Eles passaram por 2 sessões da técnica, com intervalos de 45 dias entre elas. Por meio da avaliação da Variabilidade de Frequência Cardíaca, foi constatada a eficácia da Microfisioterapia para o tratamento da doença. Após as sessões, os pacientes entraram em equilíbrio quanto à frequência cardíaca (simpaticotonia).

A título de informação, em 2010, 10 dos 22 pacientes atendidos na Unifor já haviam recebido alta do tratamento. 

Texto retirado da página do Instituto Afonso Salgado: 
https://www.facebook.com/institutosalgado/

Dra Wanessa Ribas

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